Estava ontem, com um conjunto de homens másculos, com um gorro do Pai Natal, e que cantavam que por terem tal adereço, iam ao cu à Naval.
Eu questionei-me: Mas será que ir ao cu à Naval é um acto homossexual???
Será que homens másculos, com gorros de Pai Natal, podem estar à vontade com a sua masculinidade, quando estão a cantar, que hoje trouxeram um gorro de Pai Natal e vão ao cu à Naval???
Bem após um muito imberbe exercício de reflexão, cheguei à minha imberbe reflexão: Ir ao cu à Naval é um acto heterossexual.
Afinal, Associação Naval 1º de Maio, é um nome feminino, e logo a Naval é uma mulher, sendo portanto tal acto, heterossexual.
Já as poucas raparigas, que estavam no meio dos rapazes a cantar o mesmo, podem começar a deixar o bigode (algumas claro está, já estão no bom caminho) e os pêlos da sovaqueira crescer, e a falar grosso (de preferência de forma proporcional ao tamanho do strap-on que vão usar no referido acto), e assim ir ao cu à Naval pode ser afinal, também um acto homossexual, mas atenção, homossexual lésbico.
Conclusão:
Depois desta perda de tempo, eu posso dizer: Quando forem à Figueira, não se acanhem, façam como eu e mais quinhentos, ponham um gorro de Pai Natal e vão ao cu à Naval. E se forem raparigas, não tenham problemas, cheira-me que aquilo é uma associação deslavada (para quem ia ter um encontro com tanta gente, nem se deu ao trabalho de tomar um banhinho) que gosta de brincadeira.
Saturday, December 29, 2007
Friday, September 7, 2007
Estou a precisar de um pouco de ar
Em homenagem, àquela publicidade da “casa nova” (aquela das pernas para o ar…), e cujo autor disse que se escrevesse aquilo para um musico, nenhum aceitaria a letra, porque eram rimas com “ar”:
Mas afinal a que é que sabe o ar?
O ar sabe àquilo que anda no ar.
Se o ar está ao pé do mar,
Sabe a maresia.
Se o ar sabe a língua,
Então no ar, está o amar.
O ar sabe a doce, sabe a amargo,
Sabe àquilo que o nosso cérebro subjectivar.
Sabe àquilo que as nossas acções objectivam,
E que às vezes nem subjectivo consegue mascarar.
O ar sabe àquilo que anda no ar.
Mas afinal o que é o ar?
O ar é nada, que engloba tudo.
È o invisível
Que alimenta a vida
E é o escuro
Que a torna horrível
O ar é o tudo,
Que se sente como nada.
O ar é aquilo que fazemos dele.
O ar é aquilo que anda no ar.
Mas afinal o que é o ar?
Não sei bem,
É aquilo que nós fizermos dele,
Hoje uma coisa,
Amanhã outra.
Uma coisa é certa,
Consumi algum
E estou aqui a arear
Será que o ar é meta???
Mas afinal a que é que sabe o ar?
O ar sabe àquilo que anda no ar.
Se o ar está ao pé do mar,
Sabe a maresia.
Se o ar sabe a língua,
Então no ar, está o amar.
O ar sabe a doce, sabe a amargo,
Sabe àquilo que o nosso cérebro subjectivar.
Sabe àquilo que as nossas acções objectivam,
E que às vezes nem subjectivo consegue mascarar.
O ar sabe àquilo que anda no ar.
Mas afinal o que é o ar?
O ar é nada, que engloba tudo.
È o invisível
Que alimenta a vida
E é o escuro
Que a torna horrível
O ar é o tudo,
Que se sente como nada.
O ar é aquilo que fazemos dele.
O ar é aquilo que anda no ar.
Mas afinal o que é o ar?
Não sei bem,
É aquilo que nós fizermos dele,
Hoje uma coisa,
Amanhã outra.
Uma coisa é certa,
Consumi algum
E estou aqui a arear
Será que o ar é meta???
Tuesday, March 6, 2007
Tanto hoje, como amanha, como ontem, basta um passo para o abismo.
Hoje sinto a minha casa mais vazia,
Apesar de há muito já cá não habitares.
Hoje sinto o ar mais pesado,
E de certeza que não é da chuva.
Hoje a cabeça está pesada,
Apesar de estar vazia.
Hoje a tua pele fria,
Para além dos lábios, gelou-me o coração.
Hoje morri com a tua morte.
Hoje, hoje, porra!!! Hoje.
Hoje não devia ter existido,
Mas se não fosse hoje, era amanhã.
E logo amanhã não devia existir.
Hoje devia ser ontem,
Alias hoje, devia ser muito antes de ontem;
Quando tinhas saúde,
Quando os “hojes” começavam; acabavam,
E nós só queríamos que os “amanhãs” fossem “hojes”.
Os “ontens” perdurarão na minha memória,
Irão tornar-me mais eu,
Ajudarão a que os meus “amanhãs”,
me possam lembrar um pouco de ontem.
Hoje morreste, ontem nascestes,
Amanhã espero que vivas,
Feliz para sempre.
Ontem, hoje e amanhã amar-te-ei.
Não há tempo, não há espaço, não há universo,
Para o meu amor por ti.
Apesar de há muito já cá não habitares.
Hoje sinto o ar mais pesado,
E de certeza que não é da chuva.
Hoje a cabeça está pesada,
Apesar de estar vazia.
Hoje a tua pele fria,
Para além dos lábios, gelou-me o coração.
Hoje morri com a tua morte.
Hoje, hoje, porra!!! Hoje.
Hoje não devia ter existido,
Mas se não fosse hoje, era amanhã.
E logo amanhã não devia existir.
Hoje devia ser ontem,
Alias hoje, devia ser muito antes de ontem;
Quando tinhas saúde,
Quando os “hojes” começavam; acabavam,
E nós só queríamos que os “amanhãs” fossem “hojes”.
Os “ontens” perdurarão na minha memória,
Irão tornar-me mais eu,
Ajudarão a que os meus “amanhãs”,
me possam lembrar um pouco de ontem.
Hoje morreste, ontem nascestes,
Amanhã espero que vivas,
Feliz para sempre.
Ontem, hoje e amanhã amar-te-ei.
Não há tempo, não há espaço, não há universo,
Para o meu amor por ti.
Wednesday, February 21, 2007
Words you don't want to know
I’m in pole position for a heart attack,
I’m in pole position for a drug addiction,
I’m in pole position for an alcoholic dependence,
I’m in pole position for a psychiatric problem,
I’m in pole position for a pole position of something bad.
I’m not in pole position for you.
Oh god!!! The only bad thing I want is the one I will not have,
Is the one that won’t kill me, but the one that I want to be murder by.
Is one, that kill me very slowly, but I want that to be instantly
Is one, which I want to be fucked by.
I’m doomed to emptiness.
I’m in pole position for bad speaking,
I’m in pole position for cursing,
I’m in pole position for misunderstanding,
And for be misunderstood,
I’m in pole position for ignorance.
I’m not in pole position for you.
Oh god!!! I’m so dull that I consider her the only knowledge I want,
She is the end of my ignorance,
She is the only thing I want to learn,
And so I live, not living, not knowing nothing
I think, she will fill me, but I know she will leave me empty,
I’m doomed to emptiness.
I’m doomed to write words, that you don’t want to know.
I’m in pole position for a drug addiction,
I’m in pole position for an alcoholic dependence,
I’m in pole position for a psychiatric problem,
I’m in pole position for a pole position of something bad.
I’m not in pole position for you.
Oh god!!! The only bad thing I want is the one I will not have,
Is the one that won’t kill me, but the one that I want to be murder by.
Is one, that kill me very slowly, but I want that to be instantly
Is one, which I want to be fucked by.
I’m doomed to emptiness.
I’m in pole position for bad speaking,
I’m in pole position for cursing,
I’m in pole position for misunderstanding,
And for be misunderstood,
I’m in pole position for ignorance.
I’m not in pole position for you.
Oh god!!! I’m so dull that I consider her the only knowledge I want,
She is the end of my ignorance,
She is the only thing I want to learn,
And so I live, not living, not knowing nothing
I think, she will fill me, but I know she will leave me empty,
I’m doomed to emptiness.
I’m doomed to write words, that you don’t want to know.
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